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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

IV Fórum Social das Américas

O Coletivo Catarse está na capital do Paraguay realizando a cobertura do IV Foro Social Américas, que reuniu mais de 10 mil pessoas na Marcha de Abertura realizada ontem, 11 de agosto. Diversas organizações sociais da América Latina caminharam mais de 5 km contra as bases militares instaladas na Colômbia.












O FSA terá 04 dias de debates com 10 painéis reflexivos e 350 atividades autogestionadas, incluindo a atividade do Coletivo Catarse sobre a importância da comunicação livre e da autogestão democrática como ferramentas de mudança social. O programa do Forum, além dos debates e reflexões, tem como meta a criação do Comitê da Rede de Defesa da Humaninad, que integra intelectuais, artistas, organizações sociais, professores, políticos, campesinos e indígenas.

Fotos: Sarah Brito
Reportagem: Sérgio Valentim

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Projeto PANCs: soberania alimentar e biodiversidade palpável

Estamos disponibilizando na íntegra, mas em 4 partes, o vídeo promocional sobre o Projeto PANCs [nas janelas mais abaixo], elaborado pela nutricionista Irany Arteche para assentados do MST/RS e promovido pela Superintendência da CONAB/PNUD, com oficinas ministradas pelo botânico Valdely Kynupp sobre plantas com grande potencial alimentício e de comercialização, mas que costumam ser negligenciadas. "Somos xenófilos, o brasileiro não come a biodiversidade que tem", adverte Valdely.

O objetivo do registro é colaborar na divulgação desta experiência para outros assentamentos de reforma agrária e organizações de agricultores familiares nas diferentes regiões do Brasil. Servirá como material pedagógico para cursos que tratem de alternativas para agricultura familiar, segurança alimentar e nutricional, diversificação agrícola, processamento de novos produtos e alimentos.

Kinupp, em sua tese de doutorado, estudou 1.500 espécies dessas plantas na Região Metropolitana de Porto Alegre e apontou cerca de 311 com potencial alimentío, descobrindo que pelo menos 100 delas têm grande potencial para enriquecer nossa alimentação, gerar renda e ainda conservar a natureza. São plantas que nascem de forma espontânea e podem ser encontradas, com facilidade, em qualquer beira de estrada, terrenos baldios, hortas e áreas cultivadas, bem como nas florestas nativas.

Entrevista com Valdely Kinupp
O que de especial te motivou a trabalhar com as plantas alimentícias não-convencionais?
Foi a questão econômica e de sustentabilidade, mas também o prazer de fazer um trabalho novo, praticamente inédito, da forma como foi feito. Pensando numa alternativa, desde a sobrevivência na selva, na lida do campo, mas também numa perspectiva de geração de renda, empregos, conservação da natureza, porque hoje a gente vive uma monotonia alimentar. As PANCs, e nossa biodiversidade como um todo, seja ornamental, medicinal, madeireira são, muitas vezes, negligenciadas. Especialmente as alimentícias aqui no Brasil - se a gente olhar a nossa mesa, no que existe de cardápio nos restaurantes, dos self-service ou nas gôndolas dos supermercados e nas feiras, praticamente tudo é exótico, pouco é local, com baixa importância regional, nacional e, muito menos, internacional. O RS, mesmo sendo considerado um dos celeiros do Brasil, não está adaptado a futuras mudanças climáticas - e vários estudos internacionais vêm mostrando que as plantas regionais, as ditas plantas "daninhas", as plantas espontâneas, são muito mais adaptadas [até por rotas metabólicas e fisiológicas diferentes] ao aumento do gás carbônico e da temperatura no ar, em comparação com as commodities agrícolas. Não estamos preparados para catástrofes e desastres ambientais, porque as pessoas não sabem mais o que comer do seu quintal. E isso é um ciclo vicioso. As crianças deveriam aprender desde cedo nas escolas que existem milhares de plantas que podemos comer. Isso deve ser rotineiro, para que as pessoas deixem de encarar como comportamento de pobre que está passando por carência ou comida para porco [...] Leia a resposta na íntegra

parte 1


parte2


parte 3


parte 4

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Uma espiada na produção do documentário Tambor de sopapo (ao vivo)

O professor Mário Maia, doutor em música, realizou uma intensa pesquisa sobre o tambor de sopapo, que resultou na sua tese de doutorado.

Assista ao vivo a entrevista para o projeto Tambor de Sopapo!!

sábado, 15 de agosto de 2009

Catarse cobrindo o MST em São Gabriel

São Gabriel, RS, agosto de 2009.
Depois de serem despejados violentamente da prefeitura municipal pela Brigada Militar, integrantes do MST ocupam área anexa a assentamento para pressionar governos federal, estadual e municipal a atenderem suas demandas.
Este é um outro lado da história que você não enxergará na grande mídia.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Registro de mutirão habitacional no assentamento Tamoios, em Herval/RS

Num assentamento pequeno, destinado a 7 famílias, no Pampa gaúcho, 5 casas foram construídas em regime de mutirão. Idéia proposta pelo Núcleo de Assentamentos Humanos (NUC) da Faculdade de Arquitetura da UFRGS, em convênio proposto pelo Incra/RS e com a aprovação dos trabalhadores rurais, integrantes do MST.

O registro final desse projeto-piloto, feito pelo Coletivo Catarse, faz uma apuração dos resultados, conversa com os participantes e questiona modelos de organização para essa etapa da reforma agrária, que com regularidade emperra na máquina burocrática e na carência de assistência técnica versátil.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Num pedaço da Mata Atlântica



Maquiné, entre a serra e o litoral norte do Rio Grande do Sul, guarda um pedaço das belezas naturais da Mata Atlântica, que é o bioma mais rico em biodiversidade do planeta. Do Rio Grande do Sul ao Piauí, em cerca de 15% do território nacional, tem diferentes formas de relevo, paisagens, características climáticas diversas e uma incrível multiplicidade cultural.

Este vídeo, realizado para a ong Anama, mostra imagens do dia a dia do povo simples e hospitaleiro do interior, com suas crenças e costumes herdados de povos indígenas, africanos e europeus e externalizados na agricultura, no terno de reis, nas rabecas, balaios, maçambique, vinho e polenta. São lugares cativantes com cascatas, rios, peraus, restingas... Áreas em que os visitantes podem se aventurar a pé, de bicicleta, a cavalo, em corda, bóia, caiaque ou asa delta. Maquiné é lugar de turismo ecológico de base comunitária, de baixo impacto ambiental e responsável com as gerações futuras.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Com o Quilombo, a entrega do Sopapo

Dentre os vários projetos em andamento juntamente com o Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, destacam-se a Ópera dos Sopapos e a Ação Griô.
No intermeio, surgirá um grande documentário sobre o que é o Sopapo, o que este instrumento representa e a relação dos Griôs com a história do negro no Rio Grande do Sul.
O vídeo a seguir é apenas um fragmento de uma história que está para ser escrita - e a Catarse registrará com seus olhos, suas lentes.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Reforma Agrária no RS: A conquista de Caiboaté

Quinta-feira, 18 de dezembro de 2008. Cedo, mas não tão cedo.
Partimos da cidade de São Gabriel em direção à Southall. Para lá rumavam centenas de pessoas para enfim terminar uma marcha interrompida em 2005 pela Ministra e então presidente do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie. Desde domingo esse grupo veio caminhando até São Gabriel desde o ponto do interrupto jurídico, o município de Santa Margarida do Sul. Hoje, completariam a jornada, descerrariam os cadeados da porteira da Southall e tomariam aquilo que sempre lhes foi de direito: a terra - a NOSSA terra!
Pronto, chegamos.



- mais no blog A CONQUISTA DE CAIBOATÉ

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Seu lixo pode ter um fim mais digno

Documentário - 15 minutos - COR - 2008

Seu lixo pode ter um fim mais digno é um vídeo de educação ambiental realizado para o Fórum de Recicladores do Vale do Sinos, sobre o problema do lixo e o trabalho dos recicladores.

Trabalho infantil na fumicultura no Rio Grande do Sul

Documentário - 10 min - cor - 2008

O registro de denúncia do Trabalho infantil na fumicultura no Rio Grande do Sul, em pequenas propriedades do Vale do Rio Pardo. Com imagens de auditores fiscais durante fiscalizações nos anos de 1997, 98 e 99 e depoimentos atuais. Trabalho para a Superintendência Regional do Trabalho no RS, exibido na abertura do Seminário "Trabalho Infantil na Fumicultura no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul", organizado pelo Ministério do Trabalho. Em outubro de 2008.

Cobertura da Marcha do MST-RS

Documentário - 18 min - cor - 2008

Desde sua partida em Nova Santa Rita, do acampamento Jair Antônio da Costa [sindicalista morto pela Brigada Militar durante manifestação dos sapateiros no Vale do Sinos] até Canoas e, depois de um dia, até a sede regional do INCRA, em Porto Alegre, como manifestação pela falta de informações sobre o cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta entre as partes, no Ministério Público Federal. Em junho de 2008.


ONG DIST

Vídeo - 5 min - cor - 2008

Um vídeo Promocional da ONG DIST, de Porto Alegre, e apresentação da Cooperativa de costureiras Unidas Venceremos, a UNIVENS, com imagens da fábrica e entrevistas sobre a organização dos cooperados, a grande maioria muheres que vivem na comunidade local e que tiveram dificuldades por falta de trabalho.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Moeda Social

Vídeo-documentário - 7 minutos - cor - 2007

Feito para a ONG Kindernothilfe Brasil-Sul (KNH), mostra o trabalho desenvolvido em Porto Alegre e grande Porto Alegre com as feiras de Troca Solidária.

A nossa Rosa do Mar

Vídeo-registro - 10 minutos - cor - 2008

Sobre a organização de pessoas, através da Associação de Moradores, na praia Rosa do Mar em Santa Catarina/RS.

Obs: Capturado com câmera fotográfica digital.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Clube de Mães do Cristal

Vídeo-registro - 10 minutos - cor - 2007

Vídeo sobre as atividades do Clube de Mães do bairro Cristal em Porto Alegre.

Crédito Solidário

Vídeo-documentário - 20 minutos - cor - 2008
Feito para: Oscip Guayí

Vídeo documental sobre cooperativas habitacionais que conseguiram adquirir a casa própria através do programa Crédito Solidário.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Mobilização contra abusos dos gerentes do Estado aos movimentos sociais

Esse é um vídeo de protesto com registros da repressão policial truculenta na marcha de movimentos sociais contra o preço do alimento e as atuais políticas da governadora, em Porto Alegre, no 11 de junho; do ato público dos movimentos sociais no 19 de junho, em Porto Alegre, com coro de Fora Yeda!; da ação pistoleira da Brigada Militar, durante ocupação popular da transnacional Bunge em Passo Fundo, no 10 de junho; do despejo nunca visto de acampados de terras regulares em Coqueiros do Sul, com imagens do dia posterior à febril falta de humanidade de procuradores, juízes e soldados fortemente armados, no 18 de junho; e umas perguntas ao coronel Mendes, com críticas ao seu trabalho que muito agrada à governadora de criminalização do MST.

Mas a maioria da população é inerte a esses acontecimentos. O racha ideológico no Estado e a supremacia de comunicação de massa da classe reacionária é sustentado pelo espírito da grana. Quem não tem ou não está correndo loucamente atrás é visivelmente inimigo, e para inimigo se considera qualquer desqualificação tosca como vagabundo, baderneiro, vândalo, terrorista, radical, bandido e pobre, antes de mais nada. A crítica ao MST praticamente não existe, porque o que a ponta-de-lança de manobra Zero Hora escreve e a repercussão que cria não é sobre o MST, é sobre a o "MSTdeles" - as coisas ali naquele jornal são só ataques. Mas quem sente a bala no lombo não esquece. E segue com fé na luta coletiva e na agricultura camponesa.

Ocupação do prédio do INCRA pelo MST

Porto Alegre, 24 de julho de 2008

Marcha do MST

16h05, de 23/06/08.

Os trabalhadores rurais participarão de uma audiência pública no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, às 13 horas dessa quinta-feira 24, para tratar da política de assentamentos no Estado.

“O Trabalhador na cidade está pagando mais caro pela comida porque as terras estão sendo utilizadas para plantar mais eucalipto e mais soja para combustível, diminuindo os alimentos”, afirma Ana dos Santos, da Coordenação Estadual. “Com a reforma agrária, podemos gerar mais emprego e produzir mais alimentos, como os assentamentos da região de Porto Alegre que produzem 2 milhões de toneladas de arroz ecológico”.

A Catarse recebe informações de lideranças do MST de que o comandante-geral da Brigada Militar, coronel Paulo Mendes, declarou hoje que impedirá a marcha do Movimento de entrar em Porto Alegre, amanhã pela manhã, para a audiência com o Incra.
Veremos, coroné!
[de Jefferson Pinheiro, direto da Marcha]

O início da Marcha

É para ser Barravento.
Na madrugada dessa terça-feira 22, rajadas da massa de ar zuando a 80 km/h trepidaram os tetos de lona preta dos barracos no acampamento Jair Antônio da Costa. Eram vastos uivos com cacetadas maciças de ar e esparsos períodos de chuvisco denso, que por anular qualquer outro som, davam graça ao sono depois de tanto barulho. Foi a noite de temporal que antecedeu o dia de Marcha dos sem-terra no Rio Grande do Sul, com o primeiro deslocamento cumprido da BR-386 em Nova Santa Rita até quase o Centro de Canoas.
5h30 foi dado toque de despertar, não chovia, mas ninguém assegurava que poderia continuar assim. 7h30, nas reuniões definitivas da organização, dos núcleos de base e das caravanas que chegaram de outros acampamentos a decisão foi de que se o tempo se mantivesse firme até a hora da partida, certos os sem-terra estavam de que "com chuva, com vento, queremos assentamentos" - entoavam em coro para deixar claro de que não teria volta a Marcha. Com motivação e sem a Brigada Militar interferir, 9h arrancaram as 2 colunas na pista direita da Tabaí-Canoas, em livre trânsito, e pelos próximos 20 km de asfalto, percorridos em 4h30, por todos os mais de 600 companheiros do MST.

O protesto de ação direta chegará na quinta-feira - 24 de julho de 2008 - à sede do Incra em Porto Alegre, para que Superintendência-RS cumpra o Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que assinou há oito meses. O documento também foi assinado pelo Ministério Público Federal, no encerramento da Marcha à Fazenda Guerra, ano passado. Pelo acordo, deveriam ser assentadas mil famílias até abril e outras mil até o final deste ano. Até hoje, necadipitibiribas. Nenhum lote. Só uma área em São Gabriel para 38 famílias foi declarada assentamento. A reivindicação é por respeito, então. Reforma Agrária.
Como o Incra declarou que não fala nada antes de se encontrar com os trabalhadores da Marcha, cabe ao MST as manifestações até lá. Equipe de reportagem do Subverta! com Jefferson Pinheiro na luta ao lado da companheirada. Eu volto para a marcha Canoas-Porto Alegre na quinta-feira 24. Com satisfação de trabalho e fraternidade.

Hoje estão programados encontros com a comunidade, atividades de panfletagem e debates na rua. Agitação e propaganda. Manteremos atualizações a qualquer momento.

Assista trechos da filmagem dessa terça-feira.

sábado, 28 de junho de 2008

Kuaray do Sul

Documentário – 53 min – cor – 2006

Produção – roteiro – captação - edição – montagem
Registro da Assembléia Continental Guarani, ocorrida em fevereiro de 2006 em São Gabriel/RS
Feito para: Centro Indigenista Missionário (CIMI) e Via Campesina;